Design and Crime
Na busca de novos estatutos que se promovem contornos como condição de um mundo melhor, como virtude moral, disfunção, impacto. Procuram-se novos elementos para projectar e estruturar uma sociedade.
Divide a sua critica em duas partes ? as mudanças no estatuto da arquitectura e do design; e o desenvolvimento e delírio da critica da arte moderna durante os séculos XIX e XX, considerando a mudança da história da arte do século XIX, para os estudos visuais do século XX, como os recentes trabalhos na critica da arte.
A revolução industrial veio traduzir-se na comercialização em massa, o que veio banalizar os objectos. O movimento Arts and Crafts insurgiu contra isso, numa luta para mostrar a subjectividade do design, tentando fugir à reedificação industrial. Will Morrison não acreditou que a máquina pudesse vir a substituir o homem. Como é que aqueles produtos de má qualidade poderiam vencer a manufactura?! Não durou muito tempo a compreender?esses produtos tinham custos muito reduzidos, e rapidamente com a evolução tecnológica, a qualidade dos produtos foi aumentando.
O ambiente da arquitectura tem-se vindo a alterar desde o pós- -modernismo. Temos aprendido com os nossos erros e sucessos, e estamos sempre na altura certa para tentar algo de novo. Geralmente a arquitectura segue lentamente os movimentos sociais mais marcantes, estando incapaz de produzir uma forma corpórea muito rapidamente.
Hal Foster analisa aspectos da cultura contemporânea e História da arte, para a compreensão da nossa realidade presente, esculpindo a "running room culture", apontando para possibilidades críticas no presente, que promovam uma imparável preferência pela escolha de alternativas.
Exploram-se ainda as relações históricas da arte moderna e da realidade do museu moderno, as contrariedades conceptuais da história da arte e estudos visuais, as recentes pesquisas sobre crítica de arte, e a abordagem do modernismo e do pós- -modernismo numa tentativa de iluminar as condições para uma crítica cultural no presente.
O cidadão dos nossos tempos é um consumidor, desinformado e acrítico mas receptivo a este consumo desenfreado.
Foster critica uma cultura em que os objectos são projectados, realizados, e catalogados segundo uma marca. Conhecemos os produtos pelas marcas, pela imagem, pelo merchandising, pela publicidade. Este factor estende-se a todos os produtos. A imagem do produto é mais importante que a sua qualidade.
Ora se a imagem é manipulada para manipular o consumidor, isto faz do designer um ?criminoso?.
A questão monetária, a rentabilidade!
Hoje, o design é movido maioritariamente por interesses comerciais.
A pressão do consumismo é grande?enquanto gerar dinheiro é bom!
Se não gerar?rapidamente somos substituídos! Importa-se de outro lado? Se é mais barato?
Vamos procurando o equilíbrio?
?O desempregado com filhos?
Disseram-lhe: só te oferecemos emprego se te cortar
mos a mão.
Ele estava desempregado há muito tempo; tinha filhos,
aceitou
Mais tarde foi despedido e de novo procurou emprego.
Disseram-lhe: só te oferecemos emprego se te cortar-
mos a mão que te resta.
Ele estava desempregado à muito tempo; tinha filhos,
aceitou.
Mais tarde foi despedido e de novo procurou emprego.
Disseram-lhe: só te oferecemos emprego se te cortar-
mos
a cabeça.
Ele estava desempregado há muito tempo; tinha filhos,
aceitou.
In, O senhor Brecht; Gonçalo M. Tavares
Divide a sua critica em duas partes ? as mudanças no estatuto da arquitectura e do design; e o desenvolvimento e delírio da critica da arte moderna durante os séculos XIX e XX, considerando a mudança da história da arte do século XIX, para os estudos visuais do século XX, como os recentes trabalhos na critica da arte.
A revolução industrial veio traduzir-se na comercialização em massa, o que veio banalizar os objectos. O movimento Arts and Crafts insurgiu contra isso, numa luta para mostrar a subjectividade do design, tentando fugir à reedificação industrial. Will Morrison não acreditou que a máquina pudesse vir a substituir o homem. Como é que aqueles produtos de má qualidade poderiam vencer a manufactura?! Não durou muito tempo a compreender?esses produtos tinham custos muito reduzidos, e rapidamente com a evolução tecnológica, a qualidade dos produtos foi aumentando.
O ambiente da arquitectura tem-se vindo a alterar desde o pós- -modernismo. Temos aprendido com os nossos erros e sucessos, e estamos sempre na altura certa para tentar algo de novo. Geralmente a arquitectura segue lentamente os movimentos sociais mais marcantes, estando incapaz de produzir uma forma corpórea muito rapidamente.
Hal Foster analisa aspectos da cultura contemporânea e História da arte, para a compreensão da nossa realidade presente, esculpindo a "running room culture", apontando para possibilidades críticas no presente, que promovam uma imparável preferência pela escolha de alternativas.
Exploram-se ainda as relações históricas da arte moderna e da realidade do museu moderno, as contrariedades conceptuais da história da arte e estudos visuais, as recentes pesquisas sobre crítica de arte, e a abordagem do modernismo e do pós- -modernismo numa tentativa de iluminar as condições para uma crítica cultural no presente.
O cidadão dos nossos tempos é um consumidor, desinformado e acrítico mas receptivo a este consumo desenfreado.
Foster critica uma cultura em que os objectos são projectados, realizados, e catalogados segundo uma marca. Conhecemos os produtos pelas marcas, pela imagem, pelo merchandising, pela publicidade. Este factor estende-se a todos os produtos. A imagem do produto é mais importante que a sua qualidade.
Ora se a imagem é manipulada para manipular o consumidor, isto faz do designer um ?criminoso?.
A questão monetária, a rentabilidade!
Hoje, o design é movido maioritariamente por interesses comerciais.
A pressão do consumismo é grande?enquanto gerar dinheiro é bom!
Se não gerar?rapidamente somos substituídos! Importa-se de outro lado? Se é mais barato?
Vamos procurando o equilíbrio?
?O desempregado com filhos?
Disseram-lhe: só te oferecemos emprego se te cortar
mos a mão.
Ele estava desempregado há muito tempo; tinha filhos,
aceitou
Mais tarde foi despedido e de novo procurou emprego.
Disseram-lhe: só te oferecemos emprego se te cortar-
mos a mão que te resta.
Ele estava desempregado à muito tempo; tinha filhos,
aceitou.
Mais tarde foi despedido e de novo procurou emprego.
Disseram-lhe: só te oferecemos emprego se te cortar-
mos
a cabeça.
Ele estava desempregado há muito tempo; tinha filhos,
aceitou.
In, O senhor Brecht; Gonçalo M. Tavares

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